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Memórias

 

 

Índice

 

 

 

Hardware

RAM e ROM
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Existem vários tipos de chips de memória, mas, basicamente, eles entram em duas categorias: RAM e ROM.
RAM vem de Random Access Memory - Memória de acesso aleatório. Qualquer bit de uma RAM pode ser lido e escrito a qualquer momento.
A ROM (Read Only Memory - Memória de Apenas Leitura) somente podem ser lidas. Não se pode escrever novas informações em uma ROM (Prom). Elas são imutáveis para proteger as informações importantes nelas gravadas, tipicamente programas, salvo as Eprom e EEprom abaixo descritas.

Eproms, EEproms, e Flash Eproms
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Existem certos tipos de ROM nas quais se pode escrever, em determinadas circunstâncias.
As Eproms podem ser removidas de seu computador e, então, apagadas e reescritas por uma máquina especial com luz ultra-violeta (micro programação de circuitos). Mas, para seu computador elas continuam sendo apenas ROM, tipicamente usadas para guardar informações de configuração (como o tipo de drives de disco do sistema e o de adaptador de vídeo) - características básicas que podem ocasionalmente mudar.
A memória Flash combina as ideias das Eprom e EEprom para fazer um chip de memória simples e relativamente barato (apesar de não tão barato quanto a DRAM) que é tanto não volátil como rápido - com velocidade de DRAM.
As EEprom e as Flash Eprom podem ser apagadas electronicamente, enquanto, ainda estão no computador. Escrever novas informações numa EEprom ou Flash Eprom é muito mais lento que escrever num chip RAM.
A memória Flash é melhor utilizada como substituta de um drive de disco do que de uma memória DRAM, porque tem menor consumo e é mais fiável que um drive de disco.

Chip de ROM

 

APLICAÇÕES DAS ROM's:

FIRMWARE (MICROPROGRAMA)
Programas que não estão sujeitos a mudança.
Sistemas Operacionais, Interpretadores de linguagem, etc.

MEMÓRIA DE PARTIDA FRIA (BOOTSTRAP)
Programa que leva o processador a inicializar o sistema, fazendo com que a parte residente do sistema operacional seja transferida da memória de massa para a memória interna.

TABELAS DE DADOS
Exemplos: funções trigonométricas e de conversão de código.

CONVERSORES DE DADOS
Recebem um dado expresso em determinado tipo de código, e produzem uma saída expressa em outro tipo de código.
Por exemplo, quando o microprocessador está dando saída a dados em binário puro, e precisamos converter tais dados para BCD de forma a excitar correctamente um display de 7 segmentos.

GERADORES DE CARACTERES
Armazena os códigos do padrão de pontos de cada caracter em um endereço que corresponde ao código ASCII do caracter em questão.
Por exemplo: Endereço 1000001 ( 41H ) corresponde a letra "A".

Chips e Discos
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Os discos são considerados memória não volátil, ou seja, mantém a informação fisicamente armazenada mesmo quando o computador é desligado da corrente eléctrica.
Muitos chips de memória, por outro lado são voláteis, perdem a informação no instante em que perdem a corrente eléctrica. Este é um factor a considerar na gestão da memória.

RAM CMOS
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As RAM comuns são voláteis, perdem sua informação logo que se desliga a energia do computador. Mas alguns PC's utilizam chips RAM do tipo CMOS (Complementary Metal Oxide Silicon - está mais à frente), que não consomem muita força enquanto ligados.
Esses chips são tão frugais quanto ao consumo de energia que podem manter sua informação mesmo quando alimentados por apenas uma bateria. Como a RAM CMOS é mais cara do que a RAM comum, ela só é usada em:

- Pequenas memórias de configuração em PC's desktop - quando se deseja que a informação continue, armazenada mesmo quando a energia é desligada.
- Memória de computadores portáteis - onde todo o sistema pode precisar funcionar como baterias.

DRAM, SRAM e VRAM
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Existem vários tipos de chips de RAM. O mais comum é a DRAM ou RAM Dinâmica.
Esse tipo de RAM é a que pode armazenar mais bits num único chip, e a menos cara, apesar de ser a mais lenta.
As DRAM levam algo em torno de 80 a 150 ns (nano segundos - é um bilionésimo de segundo) para cada "acesso" (leitura ou escrita) pelo computador. As DRAM perfazem a maioria dos chips de memória de qualquer PC. Os chips mais comuns hoje em dia são os de 1 Mbit (leia-se megabit, e não megabyte) de tamanho.
O PC usa 8 destes para compor 1 MB de memória. (Na realidade ele usa 9, sendo o extra para a verificação de "paridade", isto é, para saber se os outros 8 apresentam algum erro. A paridade será explicada mais à frente) Alguns PC's ainda usam chips mais antigos de 64K e 256Kbit.
Alguns já estão usando chips mais modernos de 4Mbit. Chips com capacidade de memória de 16 a 64 Mbits estão a caminho. Cada nova geração de chips trás consigo mais bits, significando mais memória em menos espaço e consumindo menos energia eléctrica que antes.
As SRAM (RAM Estática - cache) são mais rápidas que as DRAM, mas não podem armazenar tantos bits de informação. São também mais caras que as DRAM. As SRAM podem ler ou escrever informações em 30ns ou menos. Actualmente, uma SRAM típica armazena 256Kbits. Elas tendem a estar uma geração atrás das DRAM em capacidade de memória.
As VRAM (RAM de Vídeo) são mais rápidas que as DRAM para operações de vídeo, porque nelas pode-se escrever e ler ao mesmo tempo. Existe uma aparente contradição nos nomes dos tipos de memória. A RAM lenta é conhecida como DRAM, sigla em que o D é abreviatura de Dynamic. Estranhamente, a RAM mais rápida é conhecida como SRAM, com o S significando Static.

Chip de RAM

 


Memória EDO
RAM
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As iniciais EDO correspondem a Extend Data Out, ou Saída Estendida de Dados.
Fabricantes desse tipo de memória alegam que ela proporciona um enorme aumento de desempenho entre 10% e 30%, com pouco custo adicional, Para entender como a EDO RAM funciona, é preciso recordar alguns conceitos básicos.
A execução de um programa exige que instruções e dados armazenados na RAM sejam fornecidos para manipulação pela CPU (processador) do Microcomputador. Isto significa que quanto mais rapidamente a CPU puder ter acesso a tais informações, menor será o tempo consumido na execução do programa. Todas as operações que ocorrem num micro será o tempo consumido na execução do programa.
Todas as operações que ocorrem num micro tem o seu "ritmo" determinado por um sinal eléctrico periódico, conhecido como clock ( relógio ).
A CPU do primeiro computador da IBM, em 1981, operava a uma frequência de 4,77 MHz (1 MHz é igual a 1 milhão de ciclos por segundo ). Actualmente, as frequências de clock mais comuns dos microprocessadores 486 e Pentium situam-se entre 66 e 200 MHz, resultando em ciclos de clock com durações entre 10 e 15 nano segundos.
Em contraste, a maioria das memórias encontradas no mercado o tempo de acesso é a ordem de 60 ou 70 nano segundos. Desse modo, são necessários de 4 a 7 ciclos para que cada informação solicitada se torne disponível. Em outras palavras, durante boa parte do tempo a CPU fica "à espera", uma situação pouco produtiva.
Assim, a solução encontrada foi utilizar chips de memória com menor tempo de acesso e ao mesmo tempo tornar mais eficiente o processo de busca das informações. Essa RAM mais rápida e eficiente é conhecida como memória cache, ou simplesmente cache.
Essa solução tanto pode fazer parte da estrutura externa do microprocessador como consistir em chips adicionais instalados na placa mãe do micro (cache externa).
Dado o seu elevado custo de fabrico, a cache é normalmente pequena: A interno é de 8 KB no 486 e de 16 KB no Pentium, ao passo que a externo em geral é de 256 KB.
O funcionamento das cache, tanto internas como externas é semelhante. Para entendê-la imagine que uma sequência de instruções precisa ser executada. Inicialmente elas estão gravadas na RAM e o cache está vazio. Quando a CPU solicita uma dada instrução, uma cópia disponível na RAM também é gravada na cache. A partir daí, sempre que uma informação é solicitada pela CPU, o sistema verifica antes se ela já não está gravada na cache. Caso esteja, torna-se desnecessário buscá-la na RAM.
Isso torna possível fornecer antecipadamente a informação. Caso o sistema não esteja à procura na RAM grava uma cópia na cache, e é repetido todo o processo. Como instruções e dados são constantemente procurados, o cache renova-se continuamente.
Se uma instrução solicitada pela CPU não for encontrada nem na cache interna nem na externa, ela tem de ser procurada na RAM. Uma vez que ocorrem diversos ciclos de clock entre a solicitação e o fornecimento de qualquer instrução, modificações feitas na arquitectura tradicional de chips de RAM permitem que a EDO RAM actue de maneira mais inteligente:
Além de fornecer a instrução solicitada, a EDO RAM tenta "adivinhar" onde estão as próximas instruções a serem pedidas e aproveita o tempo disponível para prepará-las. Caso a previsão se confirme, o processo ganha consideravelmente em velocidade.
A julgar pelo número de sistemas Pentium de alto desempenho que tem saído de fábrica com chips de memória EDO RAM.

PARIDADES e ERROS de MEMÓRIA
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Os chips de memória podem cometer erros, tanto quanto outras partes de um computador, assim como qualquer máquina também pode avariar. Não é frequente, mas acontece.
Uma maneira simples de monitorar erros de memória é através da chamada paridade. Os bits em cada byte são automaticamente adicionados até se chegar a um total. Por exemplo, 11100001 tem quatro 1's, e 10101011 tem cinco 1's. Um bit de paridade é, então, adicionado no final; um nono bit. Em se tratando de paridade par, o valor do bit de paridade é tal que, dentre os 9 bits, teremos um número par de 1's. Para 1110001, o nono bit seria 0, para perfazer quatro 1's. Para 10101011, o bit de paridade seria 1, para mudar os cinco 1's para seis.
Assim, sempre que o computador lê um byte, verifica se a paridade é par, ou seja, se a soma de todos os bits totaliza um número par de 1's.Caso contrário, o sistema sabe que algum bit daquele byte falhou, mudando erroneamente de 1 para 0 ou de 0 para 1. No PC, é enviada uma mensagem de erro avisando que houve um erro de paridade.
Assim sendo, é possível optar por substituir o chip com o byte errado, ou esperar que tenha sido um erro de menor importância - uma condição temporária que não acontecerá novamente. (Isso pode ocorrer quando um chip é atingido por um surto de radiação espúria do sol ou de outra origem.) Se você quiser distinguir um erro grave de um erro de menor importância, use um programa de diagnóstico e teste.
Infelizmente, se ocorressem dois erros simultaneamente no mesmo byte, eles poderiam cancelar-se mutuamente no teste de paridade, haveria um erro e a paridade não o mostraria. Existem alguns outros circuitos EDC (Error and Correction - Correcção e Detecção de Erros) que podem ser acrescentados à memória para encontrar e corrigir quaisquer desses erros, mas poucos PCs os usam. Infelizmente, esses sistemas EDC acrescentam muito ao custo de um sistema de memória, para corrigir um problema que raramente ocorre.


Processadores

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O chip de processamento central em um computador define o ritmo da interacção processador / memória. Há dois aspectos a considerar: a velocidade do clock (relógio) e o número de bits que cada instrução implica.
Secções da CPU:
Aquisição/Descodificação:
Recebe a informação, descodifica-a e envia-a para as outras secções.
Controlo: Controla a informação através de sinais de controlo.
Registos: Recebe e guarda temporariamente alguns dados que irão ser enviados à ULA.
ULA (Unidade Lógica Aritmética): Destina-se ao cálculo de operações lógicas e aritméticas.

Ver mais acerca dos Processadores

Buffers e Cache
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A maioria dos programas de computador tendem a ler ou escrever intensivamente numa pequena área da memória por bastante tempo, antes de passar para outra área e nela ler ou escrever. Arquitecturas de memória como interleave e DRAM static-column valem-se desse facto para evitar alguns estados de wait. (Aliás, "bastante tempo" em se tratando de computadores é medido em milionésimos de segundo.)
Uma pessoa brilhante observou esse padrão e teve a ideia de um buffer ou cache - conjugando uma pequena área de memória, rápida e cara, com um grande bloco de memória, mais lenta e mais barata. (O termo buffer é usado frequentemente para referir uma cache pequena ou simples.) O bloco grande deverá armazenar toda a informação.
Quando um programa pedir para ler alguma informação neste último, o item requerido, bem como todos os outros na pequena área à sua volta, serão copiados para a pequena e rápida memória da cache. Então, quando da próxima requisição de leitura do programa, esta será enviada primeiramente à cache. Se a informação estiver lá (o que é provável, já que a memória das requisições é por informações próximas à última que foi solicitada) , ela poderá ser lida à maior velocidade da cache.
Se a informação desejada não estiver na cache será encontrada na memória principal, mais lenta (DRAM)- e esse fragmento de informação e seus vizinhos serão então para ela copiados.


Cache
de Disco
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Um sistema popular de cache é utilizado a memória dos chips como uma cache para a memória de disco. A informação de disco mais frequentemente utilizada é memória de chips. Isso pode acelerar tremendamente o trabalho em disco.

Eficiência da Cache
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Em todas as cache, tanto de RAM como de disco, a eficiência é medida em "hit rate" (taxa de acerto). Esta taxa é o percentual das vezes em que o programa procura por informação e a encontra na cache.
Uma baixa taxa de acerto significa operação mais lenta, porque o programa teria frequentemente que esperar enquanto novas informações fossem copiadas para a cache. Taxas de 90% a 95% são excelentes. São também as que a maioria dos fabricantes de cache dizem ter, apesar de que essas afirmações devem ser vistas com desconfiança, porque a taxa de acerto dependerá, predominantemente, dos procedimentos de teste.

A taxa de acerto será afectada por:
- O tipo de programa usado (alguns programas se restringem a uma pequena porção de memória, enquanto outros tendem a variar mais). Os programas de banco de dados e de contabilidade são os que mais a aumentam.
- A operação testada (algumas operações, dentro de um mesmo programa ficam mais do que outras numa pequena área de memória).
- O tamanho da cache (uma cache maior pode conter mais informações e, portanto, pode, mais provavelmente, ter a que se deseja). Uma vez que a cache seja grande o suficiente para seu aplicativo e utilização, fazê-la maior não aumentará muito a taxa de acerto.

Memória Cache e o funcionamento no micro
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Memória cache é uma área reservada de memória que possui duas funções aumentar o desempenho do computador e aumentar o tempo de vida das unidades de disco. Basicamente há dois tipos de memória cache:

A que vem incorporada à máquina e a que é implementada via software na memória RAM do sistema.
A memória cache dos micro é um tipo muito mais rápido do que a memória RAM convencional. Por isso ela é usada para armazenar tabelas muito usadas pelo sistema operacional ou para executar parte de programas que necessitam de maior velocidade de processamento.
A memória cache criada via software é usada para aumentar o desempenho do acesso ao disco do sistema, guardando as informações mais acedidas na memória, ou seja, quando for preciso aceder uma nova informação, ela já está armazenada em memória, que possui um tempo de acesso muito mais rápido do que o disco. Com isso, o número de vezes que a unidade de disco é acedida diminui, reduzindo o desgaste físico do disco e da cabeça de leitura e gravação.

Cache em RAM
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Os chips SRAM são mais rápidos que os DRAM, mas são caros.
Muitos dos últimos PC's, com os mais rápidos processadores 386 e 486, utilizam pequenas quantidades de SRAM especialmente rápida (na faixa de 4K a 128K, mas tipicamente 32K ou 64K) como cache para sua DRAM principal (1MB a 4MB ou mais).
Essas cache SRAM podem fazer com que Megabytes de DRAM de 100ns e de baixo custo pareçam rodar tão rapidamente quanto Megabytes de SRAM de alto custo, estariam com acessos de 25nS a 35nS.

Write-back e Write-through
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As cache devem lidar também com a questão da escrita. Quando há um novo valor a escrever na memória, o computador escreve-o simplesmente na cache? Escreve ao mesmo tempo na memória mais lenta? Se não escrever na memória mais lenta a cache e ela terão valores diferentes para o mesmo endereço.
Isto não pode acontecer nunca, o novo valor deve ser escrito naquela memória mais lenta. Uma cache write-through (de escrita através) fá-lo imediatamente, cacheando somente as requisições de leitura, deixando, então, as escritas levarem tempo extra para se escrever na cache e na memória lenta, ambos ao mesmo tempo.
Prefira ajustar o Cache para Write-Back.

DMA e Cache
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A maior parte do movimento de informações na memória é dirigida pelo chip processador principal. Mas, muitos PC's têm um recurso especial chamado DMA ou Acesso Directo à Memória, que permite que outros componentes dirijam esses movimentos de informação sem molestar o processador.
Por exemplo, um PC com DMA pode mover um grande bloco de informação de um scanner ou de um drive de disco para a memória, sem que o processador tenha de monitorizar cada passo. O processador, diz apenas, "Vá em frente e pegue aquele bloco", então volta sua atenção para outras coisas. Quando o periférico tiver completado o movimento de informação, ele notifica o processador, que retoma o trabalho onde o deixou.


Memória Convencional: o Limite de 640K
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A memória RAM comum no seu PC é chamada convencional ou memória "base". Esta era tão pequena quanto 16 K em alguns modelos antigos de PC. A maioria, agora, vem com pelo menos 512 K. O Hardware num PC ou XT permite um máximo de 1 MB.
Um hardware de PC baseado em 486 pode manipular até 4096 MB - 4GB (4 Gigabytes). Mas o software tanto dos PC's médios como dos altamente poderosos PC's baseados em 486 permitem um máximo de 640K tipicamente. Se você tem 640K ou menos, então o seu PC estará limitado, somente, por quatro chips, haverá outros limites.

Memória Alta: 384K Acima da Memória Convencional
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Os 384K de endereços de memória acima do limite de 640 do DOS são chamados de memória alta ou reservada.

Shadow RAM
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Shadow RAM é outro elemento nos trabalhos da memória alta. As RAM são, algumas vezes, bem mais lentas que os chips RAM e, por isso alguns PCs copiam o conteúdo de suas ROM, como as dos adaptadores gráficos, para os chips RAM nos mesmos endereços.
Então, eles redireccionam o endereçamento para que, sempre que o sistema precise de instruções de programa do adaptador gráfico, os pedidos sejam enviados aos chips shadow RAM que contém os programas, ao invés das ROM originais. Isto acelera o trabalho do computador, mas não funciona com todo o software ou hardware.

Memória Expandida
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O primeiro grande esquema idealizado para se superar o limite de 640K de memória no DOS foi a memória expandida; e é ainda um dos mais importantes. A memória expandida ainda força os programas a lidar, somente a lidar, somente, com a memória convencional, ou com partes emprestadas da memória alta, mas permuta informação de outra memória para dentro e para fora desses endereços convencionais.

Memória Estendida
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Memória estendida é a memória nos endereços directamente acima de 1MB. Ou seja, é a memória acima da convencional e da alta. Ela não é o mesmo que a memória expandida. A memória expandida permuta informações para dentro e para fora da convencional; a estendida mantém sua própria informação.
A memória expandida funciona em qualquer PC, com os devidos acréscimos de hardware e software; e estendida somente em PC, PS/2, e compatíveis desses sistemas são feitos com chips de memória suficiente para perfazer 2MB, 4MB, ou mais.

High Memory
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Os primeiros 64K de memória estendida, os endereços de 1024k a 1088K, às vezes são chamados de HMA ou High Memory (Área de Memória Alta), numa semelhança aos 384K de memória alta entre 640K e 1024K. A Microsoft descobriu um truque com o endereçamento do chip 8088 (que também funciona com os chips processadores mais novos) que permite atingir na realidade mais que 1MB em modo real. Com o software de driver de High Memory adequado, os aplicativos DOS podem usar 64K como se fossem um acréscimo aos 640 inferiores.

High Memory no Mapa de Memória do PC
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Mantém registros de quanta memória cada programa e arquivo de informação necessita, e onde eles estão.
Cada vez que o software requer um programa ou informação da memória, o software de memória virtual intercepta o pedido. Aí o software de memória virtual faz uma verificação das coisas necessárias na RAM real. Se lá estiverem  serão usadas. Se não estiverem, o software de memória virtual procurará no disco.
Quando acha o programa ou arquivo necessário, copia na RAM real que estiver disponível, abrindo espaço, movendo alguma outra coisa para o disco. Então, distribui a informação requisitada da RAM. Há virtualmente mais RAM do que existe de facto no computador.
A memória virtual pode parecer semelhante à cache de disco, mas, na verdade, é bem diferente. Na memória virtual o espaço de disco mantém informações que se supõe estar na RAM, reavendo-a quando necessário. Para o programa, a memória virtual em disco assemelha-se à RAM. Na cache de disco, a informação em disco mais utilizada é mantida na RAM, e é usada somente, quando o computador está a aceder ao disco  o nome VDISK de "virtual disk".


Os tipos fundamentais de encapsulamento são
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DIP_        Dual Inline Package (Encapsulamento Duplo em Linha).
SIP_         Single Inline Package (Encapsulamento Simples em Linha).
SIMM_   Single-Inline Memory Module (Módulo de Memória Simples em linha).
SDRAM_Synchronous Dynamic RAM (Sincronismo Dinâmico)

Tipos de Memória
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A memória pode ser de diferentes tipos de "Pinos" ( tamanho do chip de memória ).
As memórias SIMM, podem ser de 32 ou 72 pinos (número de contactos com o "socket" da board).
A diferença entre a memória SIMM de 30 e 72 pinos, é que o de 30 pinos opera com 8 bits de endereços, enquanto que o de 72 trabalha em 32 bits, ou seja, com mesmo número de bits do microprocessador. Desta forma, com um módulo de 72 vias se forma um banco de 32 bits, enquanto que o de 30 pinos é necessário um grupo de 4 módulos.
Nas placas mais modernas como a do Pentium, o uso dos módulos de 72 vias é predominante pela facilidade de instalação e pela necessidade de 2 módulos para formar um banco de 64 bits, enquanto que em 30 vias exigiria 8 módulos.
As memórias DIMM têm 168 pinos, são mais rápidas e eficientes que as SIMMS.
As memórias RIMM ou RAMBUS são ainda mais rápidas (atingem os 250 MHZ) e actualmente foram adoptadas pela Intel na arquitectura do Pentium 4.

Hardware

Novidades sobre Memória
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DRAM Síncronas (SDRAM) - Memória recente, mais rápida que a DRAM.

RAM Rambus (RDRAM) -
Usadas nos Pentium IV, atingem a velocidade de 250 MHz.

BEDO RAM -
Extend Data Out.

ECC (ERROR CORRECTION CODE - CÓDIGO DE CORRECÇÃO DE ERROS)
ECC é uma funcionalidade que verifica “on the fly” a integridade dos dados que são lidos ou escritos em memória. Permite a detecção de erros de vários bits e a detecção + correcção no caso de erros “single bit”.
Embora torne mais lento o processo de leitura/escrita de dados em memória, é recomendada a sua utilização em sistemas que necessitem de uma boa tolerância a falhas (Servers, Data Centers, etc.).


DDR (SDRAM) - É a mais recente geração de tecnologia SDRAM em que os dados são lidos/acedidos 2 vezes em cada ciclo de relógio, duplicando a velocidade de transferência relativamente à SDRAM standard. Neste tipo de memória são utilizados módulos de dimensões semelhantes aos SDRAM standard, mas com 184 pinos. Existe em 2 velocidades: PC1600 (DDR 200MHz. – 1,6GB/seg.) e PC2100 (DDR 266MHz. – 2,1GB/seg.).

Nomenclatura Geral
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Memória Principal 

RAM (Random Access Memory)          
Random Access Memory - Memória de Acesso Aleatório.
ROM (Read Only Memory)
Read Only Memory - Memória de Apenas Leitura.
DRAM (DYNAMIC RAM)
A memória RAM dinâmica é a memória principal de um computador. Nas DRAM a informação é armazenada sob a forma de uma série de cargas de condensador. Os condensadores descarregam-se um milisegundo após terem sido carregadas electronicamente e têm de ser refrescados para manterem a carga. Esta renovação permanente é a razão da utilização do termo “dinâmico”.
SRAM (STATIC RAM)
SRAM é um tipo de RAM que retém os bits em memória enquanto estiver alimentada electricamente. Ao contrário da DRAM, não necessita de ser constantemente actualizada e é bastante mais rápida, mas também bastante mais cara. É normalmente utilizada como memória Cache.
VRAM (VIDEO RAM)
VRAM refere-se a todos os tipos de RAM usados para armazenar informações gráficas de uma placa gráfica.
SDRAM (SYNCHRONOUS DRAM)

Tipo de DRAM que utiliza um relógio para sincronizar os sinais que entram e saem da memória. Este relógio está sincronizado com o relógio do CPU por forma a evitar tempos de espera na transferência de dados. PC66, PC100 e PC133 são designações de memórias SDRAM que funcionam a 66MHz, 100MHz e 133MHz respectivamente.
RDRAM (RAMBUS DRAM)
Arquitectura de memória desenvolvida e patenteada pela Rambus, Inc. Utiliza um canal de comunicações (bus) especifico com 2 bytes (16 bits) de largura de banda que consegue transmitir dados a uma velocidade máxima de 800MHz, podendo atingir taxas de transferência de 1.6 GBytes por segundo. Esta memória consegue trabalhar a 250 MHz.
Ver Mais detalhes sobre a RAMBUS.
CMOS-        Complementary Metal Oxide Silicon - Ligada à ROM-BIOS.
FPM DRAM (FAST PAGE MODE)

Um dos primeiros tipos de DRAM. Foi utilizada desde os primeiros PC’s até aos 486. Permitia um acesso a endereços de uma mesma linha de memória, sem ter de repetidamente especificar o mesmo endereço de linha, acelerando o acesso.
EDO DRAM (EXTENDED-DATA-OUT)
A EDO é um tipo de DRAM que reduz o tempo de leitura entre o CPU e a memória. Essencialmente reconhece que, na maior parte das vezes em que o CPU pede um determinado endereço à memória, vai pretender aceder a alguns endereços vizinhos adicionais. Em vez de obrigar cada acesso de memória a começar do zero, a memória EDO mantém-se nas imediações do endereço pedido anteriormente, o que acelera o acesso dos endereços vizinhos.
A EDO melhora os tempos de acesso à memória em cerca de 10% a 20% em relação à FPM DRAM.
DMA-          Acesso Directo à Memória.
HMA-          High Memory - Área de Memória Alta.


Encapsulamento

DIP - Dual Inline Package
Encapsulamento Duplo em Linha.
SIP - Single Inline Package
Encapsulamento Simples em Linha.
SIMM -  Single-Inline Memory Module
Módulo de Memória Simples em linha.
DIMM (DUAL IN-LINE MEMORY MODULE)
Módulo cujos pinos que estão nos lados opostos da placa não estão ligados (ao contrário dos SIMMs) constituindo assim dois contactos distintos. Os DIMMs mais usuais possuem 168 pinos dourados e suportam transferência de dados a 64 bits.
SODIMM
– Small Outline Dual In-Line Memory Module – É um DIMM mais pequeno (2,35” em vez de 4 _”), criado essencialmente para computadores portáteis. Possuem normalmente 72 pinos (32bits) ou 144 pinos (64bits).
RIMM – Rambus In-Line Memory Module – Módulos semelhantes aos DIMMs mas com contagem de pinos (contactos) diferente. Estes módulos possuem 184 pinos e os chips estão cobertos por 2 placas de alumínio com vista a dissipar o calor.

RIMM

 

MÓDULO DE MEMÓRIA
Um módulo de memória é uma pequena placa de circuito impresso com vários circuitos integrados soldados na sua superfície. Estes módulos encaixam em sockets situados na placa-mãe da máquina e são construídos/fabricados com configurações diferentes consoante a sua capacidade, velocidade de processamento e tipo de memória. Comunicam com a placa-mãe através de contactos eléctricos que passam dos seus Pinos (Leads) para o respectivo socket em que se encontram.
A configuração dos sockets que suportam as memórias varia de sistema para sistema. A configuração de um módulo de memória define a posição dos seus contactos e tamanho do módulo.




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